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sábado, 28 de dezembro de 2013

Posse Atitude Periférica realiza Jingle Bells Hip-Hop 2013


A Posse Atitude Periférica realizou na última terça (24/12) o Jingle Bell's Hip-Hop, evento que contou com apresentações de rap e break. Essa é a segunda edição do evento, a primeira foi realizada em 2011, a intenção é marcar o calendário de atividades de hip-hop em Alagoas, realizando uma confraternização de fim de anos entre b-boys/b-girls, mcs, dj's, graffiteiros e apreciadores do movimento hip-hop aqui no estado.

Apesar dos diversos problemas que houve com o transporte do som, recursos para custear as despesas do evento, som etc... o evento foi realizado e cumpriu seu objetivo.

Além das rodas abertas de break, tivemos uma 'seven to smoke' com 9 participantes onde o vencedor bboy Pop recebeu de premiação um boné fornecido pela Swell Skate Surf Shop que apoiou nosso evento. Em seguida rolou um racha amistoso de break entre a crew Estilo Feminino e MZS Crew, por fim rolou apresentações de rap com Diego Verdino, Kdoche e Mano Laf.

Agradecemos a todos envolvidos diretamente e indiretamente para a realização desse evento, agradecemos em especial ao apoio dado pela Swell Skate Surf Shop, e galega do churrasquinho.


Hip-Hop alagoano existe e resiste!
Confira mais fotos do evento clicando AQUI (fotos tiradas pelas minas da Estilo Feminino Crew)

domingo, 24 de novembro de 2013

Hip-Hop em Alagoas - Entrevista com Zazo

Foi publicada em 20/11 no Jornal Tribuna Independente no caderno Axé desenvolvido pela COJIRA - AL, uma entrevista comigo (Zazo) onde falei sobre o Hip-Hop em Alagoas. Uma boa oportunidade de divulgar o hip-hop e desmitificar esse pensamento de que a juventude alagoana não tem cultura, aparecendo nos jornais somente ensaguentada ou aprisionada. 

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“O hip-hop é também uma ferramenta que pode ajudar conscientemente a transformar a sociedade”.

Entrevista com Zazo

Por Helciane Angélica

O movimento hip hop teve início na década de 1970, em comunidades jamaicanas, latinas e afro-americanas. Ao longo dos anos se expandiu pelo mundo e conquistou a simpatia dos jovens, e tornou-se um dos mais importantes gêneros musicais, além de ser uma ferramenta de liberdade de expressão e denúncia social. Em Alagoas, o movimento hip hop existe há quase 30 anos.
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Nesta edição do encarte afro Axé Especial, entrevistamos Zazo, que tem 24 anos e atua no hip-hop como Mc, produtor de eventos e documentarista. Ele foi o diretor e editor do documentário “A cultura Hip Hop vive em Alagoas”, lançado no dia 27 de setembro de 2013, no Sesc Centro, em Maceió. Desenvolvido pela Kzebre Filmes e Fallin’ Entertainment, contou com a produção executiva de Alyne Sakura e Pablo Gomes; Sérgio Santos na Co-produção e música de Xeque Mate Popular.

Trata-se de uma iniciativa independente, que tem o patrocínio do Governo Federal através do Prêmio Hip-Hop Edição Preto Ghoéz, e, pretende-se inscrever em festivais e posteriormente deixar disponível no youtube. Já foi exibido em Maceió, São Miguel dos Campos e União dos Palmares, e ainda, no Estado de Sergipe em um evento da UFSE.

Saiba um pouco mais sobre o universo desse movimento em Alagoas.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Invasor apresenta: A Lei dos Corre - (Sirva-se TV)



Sirva-se entrevista Invasor

O rapper alagoano Invasor em uma entrevista exclusiva para o blog Sirva-se comenta tudo sobre o seu novo trabalho, Lei dos Corre, um álbum duplo que marca a nova fase do mc que é um dos mais versáteis e ativos representantes do 'gangsta rap' aqui no estado. Confere aí!

Entrevista e imagens: Luiz R.
Edição e Finalização: J. Marcelo (youtube.com/user/marceloanimal)

www.sirvase.net
facebook.com/Sirvase
@SIRVASE

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Entrevista: Vozes Urbanas

O Blog HHAL retoma as entrevistas que a tempos não estavam sendo realizadas, dessa vez retornamos entrevistando o grupo de rap alagoano Vozes Urbanas, formado por Shade mc e Mc P.O, que estão na caminhada do rap a algum tempo e recentemente realizaram o lançamento do seu 1º CD. Nessa entrevista o grupo expõe opiniões e discute questões importantes para o Rap Alagoano, confira!


Blog Hip-Hop Alagoano - Como vocês iniciaram no rap e de onde surgiu a ideia de formar o grupo vozes urbanas?

Shade Mc: Iniciei no Rap através de um mano meu (Nego Jay), formamos o grupo AL CI$ juntamente com mais outro mano (Crazy Dunk) e a cada batida e verso fui me envolvendo e quando menos esperei o Rap já tinha tomado conta da minha vida.

Mc P.O: No meu caso, o Rap começou a fazer parte da minha vida desde os 11 anos, que foi quando eu escutei pela 1° vez a musica “Muita Treta – Pregador Luo”... A minha primeira letra de Rap foi proveniente de uma poesia escolar, que ao longe de alguns dias ficou pronta.

A principio nós tivemos uma ideia de juntar uns trabalhos solos e fazer uma mixtape que seria intitulada “Ele quem dá o Show”, o mesmo seria usado para divulgação de ambas as partes... Com o projeto finalizado, mostramos para o Ot – UmildMente Rap e ele comentou que isso iria ficar muito estilo sertanejo (rs’) pois na capa da Mixtape viria “Mc P.O e Shade Mc” e ele nos deu a ideia de formar o grupo, que a principio teria o Vulgo de “Profetas Urbanos”, mais depois de muita oração e conversa, decidimos colocar o nome de “VOZES URBANAS”.

Blog Hip-Hop Alagoano - O que o rap representa na vida de vocês?

O Rap representa tudo, pois, o que vivemos está embutido nas letras. Como até falamos no som “Está Consumado” – A cada cena, cada Track, Cada REC percebi, que o meu Rap não é Rap,é Tudo que vivi...!

Blog Hip-Hop Alagoano -  Quais são suas principais influência musicais?

Shade Mc: Minha menti é bem aberta em relação a isso, pois gosto de Aprender coisas novas. Ultimamente estou escultando Marrom, Rap Sensation, Projota... Mais sem perder as origens de um bom Racionais Mc’s.

Mc P.O: Mano, como eu já citei a cima, a primeira musica de Rap que eu escutei foi do Pregador Luo, então, minhas origens tem que estar ligadas a isso, mais também não pode faltar Expressão Ativa, Ao Cubo e depois de alguns anos, Wzy, Shaggy, Rashid, etc...

Blog Hip-Hop Alagoano - O estilo de música rap, é um dos poucos que através de suas letras, discute os problemas sociais que afetam nosso povo. O rap poderia ajudar mais concretamente para haver algumas mudanças sociais? como?

Com Certeza! O rap é a arma que a periferia tem contra o Sistema, só que essa arma na maioria das vezes não é valoriza como deveria... Alguns Mc’s que tem a capacidade de mudar vidas, usam suas letras para passar informações que os meios de comunicação, que os mesmos criticam (TV, Radio, etc), também passam, então acabam corrompendo ao invés de construir.

Eu acredito que um verso como, “...Você não escutava os meus concelhos, refém do vicio e da morte não tinha medo... Ao vê você alvejado com vários tiros, daria a vida pra ver de novo o seu sorriso, filho, meu filho... (Raciocínio Agressivo)” pode mudar uma vida, e mudando as vidas, conseguiríamos lutar com mais força para mudar a nossa Sociedade por completo.

Blog Hip-Hop Alagoano - Qual a principal mensagem vocês buscam transmitir através de suas músicas?

Amor... O trabalho do Vozes Urbanas é baseado em muito Amor, feito por letras que trazem mudança, luta e muito suor, pois, desde o principio Cristo nos amou e lutou

pelas nossas vidas, e é como uma frase que eu (Mc P.O ) ouvi: “Se Cristo se entregou na Cruz por Mim, eu só tô fazendo o mesmo e dando a minha vida por ele, isso é um amor Recipruco.”

Blog Hip-Hop Alagoano - Como vocês analisam a qualidade do Rap feito em Alagoas? Quanto à produção de bases, letras, melodias, cd’s... o que está bom e o que ainda precisa melhorar?
Acreditamos muito na capacidade dos produtores de Maceió, mais eu sinto que falta investimento dos próprios grupos de Rap no seu próprio Trabalho, pois, não é por publico, temos que fazer para o movimento e cremos que o Nosso Movimento Hip Hop, merece muito mais do que já estamos fazendo.

Blog Hip-Hop Alagoano - Com relação a eventos... Porque existem tão poucos eventos de rap? Vocês acreditam que tá faltando mais mobilização da própria galera do rap para poder realizar eventos? Nos fale a respeito dessa questão...

Acreditamos que sim, falta mobilização da própria galera do Rap... O Rap é união, independente de Religião, nós temos que estar unidos nessa luta, até porque não vai chegar ninguém pra lutar por nós. É nossa obrigação como Mc’s é fazer realizações como “Missão Resgate na Missão”, “De Irmão pra Irmão”, “Lançamentos de CD’s”, etc...

Blog Hip-Hop Alagoano - Recentemente vocês lançaram o 1º Cd do grupo, como foi a produção e o lançamento do cd?

O nosso 1° Trabalho (Mais Além) foi Independente de gravadora, nós estávamos nessa luta desde Março e juntamos algumas letras já existentes, compomos outras e foi concretizando esse #EP.

Todas as faixas são de composição e produção vocal próprias, com uma única participação na track 5 do nosso mano OT, e Produção Musical de Jnr Beats (Mcz/AL), M2 Beats (Pelotas/RS) e Uma Beat produzida por Nós.



No dia 29 de Setembro, houve o Evento de Lançamento desse Trabalho, com as participações de Dj Kalix, Carlinhos Dias, Servo BOB e UmildMente Rap no Ginásio do Colégio Fantastico – B.Bentes e conseguimos reunir cerca de 250 pessoas nessa realização.

Blog Hip-Hop Alagoano - Qual a previsão de vendas do cd? Quais iniciativas vocês estão tomando para comercialização?

A principio fizemos 150 copias para o Evento, e até a presente data, vendemos mais ou menos 100 Cd’s em 11 dias.

A comercialização está sendo feita de mão em mão nos eventos, pela internet (mandando um email para “vozesurbanas@live.com”) e nos pontos de Venda: Livraria Genesis (B.Bentes) e Tamanhuw Ekip Car ( B.Bentes) e nos próximos dias estaremos disponibilizando na Livraria Genesis no bairro do Centro.

O CD tem o preço fixo de R$ 5,00 (Não compre esse CD acima desse preço)

Blog Hip-Hop Alagoano - Qual o futuro que vocês esperam para o Rap/Hip-Hop Alagoano?
Que num futuro bem Proximo nós possamos ver nas esquinas, oficinas de Graffiti, Oficinas de Break, os Rap rolando nas ruas, mais eventos nas praças da nossa cidade, a nossa musica do Gueto, das ruas de terra, invadindo as Radios... mais sem esquecer das origens e da nossa humildade... Entrando onde o “Sistema Reina” mais sem se Corromper com ele!!!

O Hip Hop em um patamar que nem nós do próprio movimento poderia imaginar.

Deixem um salve:

Queremos primeiramente agradecer ao Blog Hip Hop Alagoano pelo espaço, e mandar um salve aos manos que andam do nosso lado, que nos apoiam, oram pelo nosso trabalho e as pessoas que escutam o nosso trabalho... Tamos Junto!!!

“É o Povo do Gueto que Cansou de não ter Voz!!!”

#ÉORAP


Vozes Urbanas

Contatos:
Twiiter - @ShadeMC_RAP
          @McPO_RAP
Tefefone para Contato - 9113-1218 | 9952-5411

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Programa Eu Quero Ver entrevista o Graffiteiro e Mc Jov

Entrevista cedida ao programa Eu Quero Ver, produzido pela CUT-AL exibido na TVCOM (canal 12 da NET). Na entrevista o tema central que Jov aborda é o Graffiti, falando um pouco da cena do Graffiti em Maceió, a questão da 'Ilegalidade'do graffiti e comenta um pouco sobre alguns dos seus trabalhos realizados pelo Brasil e até no mundo afora.

A entrevista inicia a partir dos 4:57, confira!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Versu2 Lança EP em Maceió - Alagoas [HD]

Pablo Gomes do Programa Eu Quero Ver, entrevista Rangell Blequimobil e Coscarque, integrantes do grupo de Rap Baiano VERSU2. O Grupo veio à Maceió para divulgar seu EP 'Apresento meus amigos' e fortalecer contatos com o Hip-Hop Alagoano.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Site Sururu Fresco Entrevista "Clandestinos"

Um novo site direcionado para o cotidiano da vida alagoana é jogado o ar, varias notas sobre, arte, política e cultura em geral são abordados, como a entrevista feita com o grupo de Rap Alagoano "Clandestinos", por sinal ótima entrevista e mais uma vez o Rap Alagoano sendo divulgado e explicado para leigos, não conhecedores da arte urbana, abaixo vai o link da entrevista, aproveitem depois e façam um rolezinho pelo site, que é muito legal, Paz !

Link da Entrevista

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Blog Hip-Hop Alagoano entrevista Fantasma [Narração 9-18]


Perguntas elaboradas por Raboo e ZaZo

Leia ouvindo:

Como, quando e o que inspirou a formação do grupo?

Fantasma: Tudo começou em Agosto de 2007 quando eu conheci o DarLan na escola, eu já tinha umas letras escritas desde 2006 entende? Mas não pensava em cantar até então, muito menos em formar um grupo... só que conversando sobre Rap com o DarLan ele me falou que também tinha umas letras, daí juntamos as ideias e aproveitamos um festival de música que estava ocorrendo naquela época e cantamos, lembro que foi um teclado eletrônico e uma bateria que usamos. Inicialmente usamos o nome "Narração Fúnebre", nome esse substituído 3 anos depois por "Narração 9-18". Atualmente a formação do grupo é Fantasma, MD e Darlan.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Blog Hip-Hop Alagoano entrevista o Grupo de Rap Reação Periférica

Pra Fechar o ano e saindo da inatividade, o Blog HH AL voltará a realizar entrevistas, dessa vez o grupo Reação Periférica,  grupo novo na cena do Rap com pouco menos de um ano, Leia a entrevista! Comente!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Entrevista Com Zazo Para O Blog "Sirva Se"

O Hip Hop é uma expressão cultural que vem conquistando cada vez mais espaço no estado de Alagoas, assim, pessoas que já possuem certo envolvimento com esse cenário, enxergam a comunicação como fator determinante na disseminação de ideias e propostas relacionadas a essa cultura.


Atento a essa expansão e a fim de difundir ainda mais o estilo aqui no estado, Zazo – como é conhecido, um cara bastante envolvido com toda essa cultura, decidiu se reunir com alguns companheiros de caminhada e criar um veículo gratuito e focado no uso da uma linguagem virtual, para explorar e divulgar eventos, notícias, músicas e demais atividades ligadas ao ritmo.

A partir dessa proposta, o cara participou ativamente da consolidação de um dos primeiros blogs do estado especializado em Hip Hop, buscando manter uma boa periodicidade, e alimentar o público sempre com novas informações.

No blog, você encontra fotos, vídeos, música e conhece melhor a cena local através de postagens publicadas por diversos colaboradores que fazem parte da equipe que comanda as ações do blog.
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A SIRVA-SE convidou o cara para uma conversa e pôde conhecer melhor suas ideias e posicionamentos a respeito desse universo que surgiu nas periferias dos Estados Unidos e saiu criando raízes e se consolidando ao redor do mundo, como uma das principais manifestações culturais da contemporaneidade.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Entrevista com "O$ Compar$a$" no Ar !!!!


Blog Hip-Hop Alagoano Entrevista O$ Compar$a$
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Perguntas Elaboradas por Raboo e ZaZo
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1 - O que lhes inspirou a cantar rap? Quando e como surgiu o grupo e qual o significado do nome?
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Inva$or - Eu já escutava Rap Nacional há um bom tempo, tinha umas letras rabiscadas no caderno mais não tinha pretensão nenhuma de fazer Rap, isso em 98/99, por ae, mais uns anos depois eu vi grupos de Rap Alagoano, no tempo era o Apoclan, o Aliança de Rua, o Reflexão Nordeste, ae eu vi que Alagoas também tinha Rap e que era possível fazer Rap na terra do Forró e do Reggae e eu fui amadurecendo essa ideia até ter oportunidade de gravar, isso só foi acontecer em 2006, já no Qg Dus Manos...

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Entrevista: Relato Consciênte - Rap com a cara do nordeste!

Banda formada em novembro de 1998, na cidade do Paulista-PE, com a intenção de fazer um rap diferente baseado na cultura nordestina em todos os seus aspectos, resgatando nossas raízes, fundindo num estilo diferente e próprio o qual chamamos de RAP com a cara do Nordeste, formada atualmente por Jailson (Vocal), Socó (Vocal), Vinho (Vocal), Renato Doideira (Percussão) e Neto (DJ), participou de vários eventos por toda região metropolitana do Recife, tendo seu trabalho reconhecido por uma das maiores Gravadoras Brasileiras incluindo uma de suas músicas “Ator Principal” na coletânea CALDEIRÃO HIP HOP em parceria com o apresentador Luciano Hulk, lançada em todo Brasil e Paraguai.

Vem a quase 10 anos divulgando seus 2 CD´S independentes, Meu Povo Não Vai Desistir e Valorize Meu Rapaz a Cultura Nordestina, discos onde percebe-se claramente a fusão de ritmos de Raiz Nordestina como o Baião o Pé- de-Serra com o RAP, denunciando a atual situação social nordestina e incentivando a luta do nosso povo na busca por melhorias, apesar de sofrer influências de outros estilos musicais, o Relato Consciente é assim mesmo oxente, Diferente!!!

(Realease postado na íntegra, extraído do palco mp3 do grupo)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Entrevista: Poetas Periféricos [AL]


Perguntas Elaboradas por Du Contra, Will Grind e ZaZo...

HH AL - Porque o nome poetas periféricos?

 
Davi 2P - Esse nome surgiu enquanto eu trabalhava com o meu pai numa pintura, e eu já escrevia algumas letras então fiquei pensando num nome pro grupo “que era só eu” e fiz a junca tirei Poetas do ritimo e Poesia, e Periféricos que vem da nossa raiz periferia isso aconteceu em 22-09-2007 e firmou ate hoje.

HH AL - de quem foi a iniciativa de fazer um grupo de rap? como iniciou-se o grupo?

 
Davi 2P - A idéia foi minha já de inicio; o grupo se iniciou através de amizades o Wk estuda comigo e curtia Rap mais não escrevia e pediu pra cantar comigo passamos um tempo até que conheci a Jêh e depois do show do “Rappin Hood” que fomos na Serra da Barriga, ela decidiu que iria trilhar o caminho do rap, o Zé Coméia e já conhecia a um tempo e ele tinha uma letras escritas mais cantando só quando eu convidei depois de um tempo firmamos 3 poetas e uma poetisa.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Entrevista: General Frank [PB]

Perguntas Elaboradas por Du Contra e ZaZo...

HH AL - De onde vem o vulgo general Frank?
General - Eu sempre falei muito, algumas pessoas não gostam, mas que se foda! Eu falo mesmo!
alguém tem que falar, uns aí, outros em Sampa, outros em Pernambuco,outros aqui ta ligado?
Você tem que falar pra galera saber que você sabe! Daí ficou o apelido, mas isso já está bem mais maduro hoje...

HH AL - Como iniciou-se a sua trajetória no Hip-Hop? E o que motivou a compor rap?
Eu participei do movimento mangue bit em Recife na década de 90, eu sou contra-mestre de capoeira, fazia capoeira com rock e Rap, mas nunca tive muita força pra impor a supremacia da musica negra, pois a maior parte da banda gostava de U2 e outras bandas de rock, quando a extinta paradoxx fechou as portas, eu resolvi fazer meu trampo com a cara que eu queria! Nessa época eu fui para a cadeia.....

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Zulu Fernando entrevista Lady Rap

nome: Glayce de Freitas

Vulgo: Lady rap

Zulu Fernando: Qual a tua trajetoria antes do rap, e como isso começou?
Na verdade não existiu tragetoria era uma criança normal com pais normais vida estremamente normal...

Zulu Fernando: Quais foram os grupos que te influenciaram na correria do rap?
Na verdade de tudo um pouco mais quando comecei a curtir rap mesmo eram o Expressão Ativa, Negra le, Ndee Naldinho, Sampa Crew entre outros.

Zulu Fernando: O que você relata em suas letras e qual a proposta delas?
Falo de amor de sedução das conquistas das mulheres defendo o rap/música falo coisas que elevam pra a alto-estima do ser humano... a proposta é essa mesmo dançar, falar de paz, falar de amor trazer vida as pessoas e fazer com que elas percebam que rap é musica não é so protesto que rap é lazer não é só seriedade, em fim, que rap é som pra seres humanos e não pra robores.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Entrevista - ASU [AL]

Will e Alan

Perguntas feitas por ZaZo e Du Contra

Porque Anônimos da sociedade underground? (fale um pouco da banda ASU e porque ASU ficou o nome do grupo de rap).

(Will Grind) Bom isso é uma pergunta inevitável. Esse nome é do tempo da banda A.S.U. eu pensava em vários nomes, mas ninguém gostava, eu num dia me enfezei e resolvi colocar Anônimos. Banda sem nome, como a banda era de HC, RAP, REGIONAL e de vez em quando REGGAE só underground ai completei com Sociedade Underground. Mas a rapaziada é preguiçosa ai começou a chamar de ASU ai pegou irmão, ai já era!!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Entrevista: União Dmc's [AL]

Perguntas elaboradas por PH...


Hip-Hop Alagoano - Ice-Lu, fale um pouco da sua trajetória e dos projetos que você já desenvolveu até hoje em prol do hip-hop.
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Salve família! Falar de minha trajetória é interessante e engraçado também, “risos” eu comecei como vários no meu estado de forma errada, eu dançava dança de rua, mas não conhecia por esse nome, conhecia como “funk” tudo naquela época era “funk” e dança o House Music também como Tecnotrônic, Information Societ, e alguns...mas, voltando ao passado, meu contato com a musica black veio primeiro com o reggae, meu irmão é reggueiro, então ouvia reggae e ouvia um forrozinho cantando pelo grande Luiz Gonzaga, discos q meu pai ouvia em casa, e daí começa tudo, eu já estava andando nas discotecas locais, quem lembra e morou aqui sabe como era bom aqueles tempos, Flash Dance, Nobre, Casarão, e a velha e inesquecível Som Brasil, mas nesse tempo eu era muleke, andava nas matinês mas já curtia o som e me identificava mais com aquilo, toda uma cultura ao meu redor, eu só tinha que me adaptar com aqui tudo. Mas foi em 93 que a coisa começa a pegar jeito mesmo, o DJP antes disso começou a namorar minha irmã, ”risos” então ele teve que partir para São Paulo, e de lá começou a mandar fitas K7’s para minha irmã, e comecei a ouvir rap assim, e quando ele chegou passou a me mostrar os discos, e o primeiro som que eu grave com ele foi o “homem na estrada” Racionais Mcs, sob o aviso dele, que era pra eu ouvir baixo, visto que minha mãe pudesse não gostar do iria ouvir...”risos”...mas aê eu gostei mais ainda do que eu ouvi, e passei a ouvir mais ainda rap nacional e gringo, várias gravações de K7’s.
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sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Entrevista com Clandestinos - AL

Perguntas feitas por Hugo e ZaZo

Hip-Hop AL - Primeiramente por que o grupo se chama clandestinos?
Rabujo: Pô, esse nome tem um pouco a ver com nossa estória, primeiro foi uma idéia conjunta minha e do malukinho( que fez parte da banda por um período curto), escolhemos esse nome porque na verdade todo brasileiro é um pouco clandestino, grande fatia da população vive no submundo, no lado B da cidade, se desdobrando, vivendo como dá ..
Estamos meio que escondidos dos olhos da sociedade, vivendo camuflado, na clandestinidade mesmo, essa é uma das idéias que nos levou ao nome, segundo pq eh um clã, na época eu, malukinho e Ph, q unia vários destinos, várias influencias, cada um tinha algo pra somar, pra idealizar, vários caminhos, várias bagagens, num só sentindo, ritmar nossas idéias ( terceiro, pq eu acho esse nome style pra caralhooo !! .. kkk ).

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Entrevista com JOV

Graffiti do JOV em Maceió no Conj. Acauã

Numa conversa de Msn, fiz uma breve entrevista com um camarada bastante conhecido em Recife e também em Maceió, o graffiteiro e mc JOV. Ele sempre está vagando entre os estados de Alagoas e Pernambuco, em busca de divulgar o graffiti e seus raps, o que mais chama atenção nos graffitis do JOV é que na maioria de suas artes ele expressa pensamentos de cunho social e politico.